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E abril passou…

30.abril.2014

tempo_abril passou

Acabamos de celebrar a santa Páscoa e ainda é abril. Duas festas lindas para os nossos corações. Uma leitora querida me pediu um texto celebrando as tardes aprilinas.

Espero não me perder em meio à crônica que encerra abril, pois eis que o mês mais lindo do ano termina. Abril passou e não o cantei, não o descrevi em suas tardes magníficas, não o exaltei em suas virtudes.

Abril passou com um calor tropical atípico. De onde vem esta onda tórrida que nos obriga a pedir pela chegada do frio? Seria mesmo o propalado aquecimento global o grande causador das mudanças climáticas em nosso planeta?

Talvez, por uma cadeia invisível, que age independente da vontade humana, todo o universo é posto à prova. Quanto mais se o desafia, maior é o desastre. Abril não poderá deter a catástrofe anunciada.

A vocação de abril é aclamar o amor, a esperança de que a Terra prossiga, apesar dos tempos sombrios. Estamos em órbita, ao encontro profético dos tempos.

Por isso, busco extrair do cotidiano algo que seja proveitoso e significativo. Aprendi isso com as tardes de abril e suas vibrações luminosas. Por vezes, uma leve e suave brisa abraça-me a alma pequenina. …




Carlos Julio

Iniciamos a semana com a notícia de que um designer inglês, Chris Shellis, criou uma linha de sapatos femininos de salto alto que vão durar para o resto da vida.

Produzidos em aço inoxidável e prata maciça, não enferrujam e praticamente não se desgastam.

Segundo ele, há palmilhas especiais que geram máximo conforto para os pés. Por tanta tecnologia e durabilidade (mil anos, segundo Shellis), o consumidor pagará o equivalente a R$ 3,8 mil.

Atrás desta notícia, ferve um acalorado debate sobre o tempo de vida dos produtos modernos.

Há quem diga que não podem durar muito. Se isso ocorre, o comércio murcha, as indústrias produzem menos, cria-se desemprego e, consequentemente, pobreza.

Para outros, fabricar produtos mais duráveis é justamente uma das soluções para a crise ambiental e social.

No primeiro caso, porque utilizamos menos recursos naturais. No segundo, porque os itens adquiridos pelos menos ricos durarão mais, sem necessidade de troca.

Ainda estão na mídia os debates em torno do movimento Sem Obsolescência Programada, que procura desenvolver produtos que não caduquem.

Um de seus membros, o espanhol Benito Muros, afirma que a indústria de lâmpadas é o mais perfeito exemplo da cultura do desperdício.

Afinal, uma lâmpada fluorescente dura …




InsghtMomento Insight…

“Hoje você é o mesmo que será daqui a cinco anos, exceto por duas coisas: as pessoas que vier a conhecer e os livros que tiver lido”

_Charles Jones

Qual foi o último livro que você leu? Costumo indagar nas palestras ou aulas que ministro, ou mesmo quando entrevisto algum candidato a um emprego. A situação é tão constrangedora que me faz sistematicamente mudar logo de assunto.
Pesquisas sobre o hábito de leitura, recentemente realizadas pelo jornal “Folha de São Paulo”, revelaram a dureza de nossa realidade cultural. As sondagens junto à população universitária, considerando-se os melhores centros educacionais brasileiros, mostraram que os estudantes não lêem.
Esses dados receberam uma triste confirmação ao constatar-se, através de pesquisa em onze capitais do país, que a maioria da população entrevistada (57%) não leu nenhum livro nos últimos doze meses. O mais estarrecedor é que 85% não consultou nenhuma obra para satisfazer compromissos escolares e que 82% também não o fez para atender a melhoria do seu trabalho.
A falta do hábito de ler provoca, mesmo em pessoas com “alto grau de escolaridade”, um fenômeno de bloqueio à leitura, o que, certamente, irá comprometer seu crescimento pessoal e profissional. O “livro …




30.abril.2014

gente morta-ídolos




30.abril.2014

Bacarelli




Café BrasilO economista italiano Amilcare Puviani publicou seu livro “Teoria da Ilusão Fiscal”, no qual explica que ninguém gosta de pagar impostos e que os governos sabem disso. Num país democrático, por exemplo, a pressão por gastos do governo é sempre crescente, seja para prover o bem estar da população como para comprar votos. O governo sempre precisa de mais dinheiro. O governante de turno, por sua vez, sabe que se aumentar impostos corre o risco de não ser reeleito, e começa então a criar estratégias para arrecadar fundos sem que as pessoas percebam. E Amilcare lista algumas ações do governo nesse sentido:1. Embutir os impostos nos preços das mercadorias utilizando tributação indireta. ICMS, IPI, PIS, Cofins, por exemplo, estão lá encarecendo o preço da batatinha, mas você não os vê;

2. Inflação, através da qual o Estado aumenta sua renda reduzindo o valor do dinheiro de todos. Você investe em títulos públicos, por exemplo, e recebe como rendimento o ganho real mais a correção monetária, que é a reposição da perda da inflação. O governo cobra imposto sobre o total do rendimento, inclusive da correção monetária. Quanto maior a inflação, maior a correção, maior o imposto arrecadado;

3. Empréstimos compulsórios




Fieis posam com quadro de João Paulo 2º e João 23 no Vaticano | Foto: BBCVaticano usou tecnologia 3D pela primeira vez na transmissão da canonização dos dois papas

Mirando o público jovem, o Vaticano decidiu recorrer à tecnologia avançada para transmitir a cerimônia de dupla canonização dos papas João Paulo 2º (1920-2005) e João 23 (1881-1958) neste domingo.

Além do ineditismo do evento – nunca dois pontífices foram santificados ao mesmo tempo – a Santa Sé também fez, pela primeira vez na história, uma transmissão em 3D pela TV e pela Internet.

Estima-se que cerca de 2 bilhões de pessoas assistiram ao vivo a celebração em todo o mundo, que também foi transmitida em salas de cinema, inclusive no Brasil.

O Vaticano lançou ainda uma ofensiva nas redes sociais, com a criação de um site especial para a dupla canonização, de uma página no Facebook e até aplicativos em dispositivos móveis, para celulares e tablets.

Já na Praça de São Pedro, o evento foi assistido por mais de 500 mil pessoas. A cerimônia foi conduzida pelo papa Francisco e contou com a presença do papa emérito Bento 16, conforme informou o Vaticano.

Telões foram montados pela Prefeitura de Roma em quatro pontos da cidade para que os fiéis possam assistir ao evento.

Duas relíquias …




Centenas de pessoas participaram da Marcha da Maconha, que pede a legalização da droga. De acordo com a Polícia Militar, cerca de 3 mil pessoas estiveram na marcha. Mais cedo, os organizadores estimaraqm mais de 10 mil pessoas no ato. A concentração ocorreu no vão-livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), de onde os manifestantes saíram em passeata pela Avenida Paulista em direção à Praça Roosevelt, onde o ato foi encerrado. A marcha ocorre desde 2007 no Brasil. Em São Paulo, teve início em 2008. Este ano, o lema é Cultivar a liberdade para não colher a guerra.

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De acordo com o integrante do coletivo Desentorpecendo a Razão, Rodrigo Vinagre, um dos organizadores do ato, a forma atual de combate às drogas está falida, levando à morte e prisão os jovens pobres e negros. “Estamos aqui marchando pela paz e em busca de uma nova política para as drogas. A legalização da produção, distribuição e consumo da maconha é o primeiro passo para isso”.

Vinagre explicou que a lei de 2006 criou a figura do usuário, com intuito de descriminalizar o consumidor, porém não define qual a quantidade para que o indivíduo seja considerado traficante ou não. “Essa lei é …




No vertiginoso mundo dos computadores o meu, que devo ter há uns quatro ou cinco anos, já pode ser definido como uma carroça. Nosso convívio não tem sido muito confortável. Ele produz um texto limpo, e é só o que lhe peço.

Desde que literalmente metíamos a mão no barro e depois gravávamos nossos símbolos primitivos com cunhas em tabletes até as laudas arrancadas da máquina de escrever para serem revisadas com esferográfica, não havia maneira de escrever que não deixasse vestígio nos dedos.

Nem o abnegado monge copiando escrituras na sua cela asséptica estava livre do tinteiro virado. Agora, não. Damos ordens ao computador, que faz o trabalho sujo por nós. Deixamos de ser trabalhadores braçais e viramos gerentes de texto. Ficamos pós-industriais. Com os dedos limpos.

Mas com um custo. Nosso trabalho ficou menos respeitável. O que ganhamos em asseio perdemos em autoridade. A um computador não se olha de cima, como se olhava uma máquina de escrever. Ele nos olha na cara. Tela no olho.

A máquina de escrever fazia o que você queria, mesmo que fosse a tapa. Já o computador impõe certas regras. Se erramos, ele nos avisa. Não diz “Burro!”, mas está implícito na …




Isaac Asimov (BBC)

Em 1064, o escritor Isaac Asimov fez previsões precisas de como seria o mundo hoje.Estamos em 2014, e todos deveríamos estar indo à terapia.Ao menos é o que dizia Isaac Asimov, um dos mais conhecidos autores de ficção científica do século 20, que em 1964 publicou um ensaio em que previa como seria a realidade de hoje.Apesar da sua insistência na psiquiatria, o mundo não passava por uma crise mental massiva, mas sim pela inauguração da Feira Mundial no bairro do Queens, em Nova York.

Apesar do tema oficial da feira, que durou seis meses, ser “a paz por meio da compreensão”, o evento hoje é lembrado pela visão do futuro exposta ali.

E, mesmo que algumas das suas tecnologias futurísticas nunca tenham chegado ao público, como a casa submarina e o carro voador, ao olhar mais de perto as previsões de Asimov divulgadas na feira percebemos que sua “bola de cristal” era bastante precisa.

Assim ele via o ano de 2014 em 1964:

1. “As comunicações serão audiovisuais e uma pessoa poderá não só escutar, mas também ver a pessoa que a telefona.”

A primeira chamada de vídeo transcontinental foi feita em 20 de abril de 1964 usando uma





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